O episódio 7 da primeira temporada de A Diplomata (The Diplomat) aproxima Kate Wyler (Keri Russell) de uma descoberta que pode mudar completamente a investigação sobre o ataque ao HMS Courageous. Ao mesmo tempo, a diplomata começa a experimentar, na prática, as dificuldades de atuar no centro do poder em Washington.
Em “Mantenha seus inimigos por perto” (“Keep Your Enemies Closer”), Kate e Hal (Rufus Sewell) parecem ter encontrado uma nova dinâmica para o casamento, enquanto a crise envolvendo Rússia, Irã e Reino Unido ganha outra reviravolta. A possível candidatura de Kate à vice-presidência também deixa de ser apenas uma hipótese distante.
Kate e Hal tentam reconstruir o casamento
Kate e Hal passam a noite juntos e começam o episódio aparentemente mais próximos. Kate questiona se o marido está confortável com a possibilidade de ocupar um papel secundário caso ela realmente se torne vice-presidente.
Hal deixa claro que não pretende simplesmente desaparecer dos bastidores. Ao mesmo tempo, reconhece que precisa respeitar a posição profissional da esposa.
A relação dos dois continua complicada, mas existe uma nova disposição para trabalharem juntos. Hal possui habilidades políticas e sociais que complementam o perfil mais direto de Kate, algo que pode ser importante caso ela avance na carreira em Washington.
Enquanto isso, Eidra pede que Stuart adie a decisão de tornar público o relacionamento entre os dois. Ela prefere esperar até que a crise com a Rússia esteja resolvida. Stuart reage mal, e a diferença entre a formação diplomática dele e o treinamento de inteligência de Eidra volta a aparecer.
Kate encontra o embaixador russo em Londres
Com os canais secretos de comunicação praticamente paralisados, Kate precisa recorrer aos meios oficiais. Ela se encontra com Oleg Balakin, embaixador russo em Londres, para comunicar que os britânicos estão preparando uma operação contra integrantes da organização de Roman Lenkov na Líbia, com apoio dos Estados Unidos.
Antes da reunião, Kate pede que Hal entre em contato com Sergei, um antigo conhecido russo, para conseguir informações sobre Balakin.
No encontro no Ministério das Relações Exteriores, Oleg começa a fazer um longo discurso contra os Estados Unidos. A princípio, parece apenas uma manifestação política, mas Kate percebe que existe outra mensagem escondida.
Durante o discurso, o embaixador entrega discretamente um papel com instruções. Kate segue o caminho indicado até uma loja de vinhos e encontra uma mulher que a leva para um local reservado.
Ali, ela recebe uma informação importante: Roman Lenkov possui uma família em La Colline e deverá visitá-la em cerca de dez dias.

Rússia entrega uma pista sobre Lenkov
Kate retorna ao Ministério das Relações Exteriores sem revelar o que aconteceu. Balakin continua seu discurso antiamericano até deixar o prédio.
De volta à equipe, Kate, Eidra e Stuart analisam a informação. Existem duas possibilidades: os russos podem estar preparando uma armadilha ou realmente decidiram entregar Lenkov.
A segunda hipótese ganha força. Lenkov é uma figura importante e protegida dentro do universo dos mercenários russos, o que torna estranho que Moscou simplesmente o entregue.
Isso leva a uma pergunta ainda mais importante: quem contratou Lenkov para atacar o HMS Courageous e qual era o verdadeiro objetivo da operação?
Kate descobre que Ganon foi demitido
Eidra considera necessário levar as novas informações diretamente ao presidente Rayburn. Antes disso, Kate precisa passar por uma série de reuniões de inteligência e segurança nacional em Washington.
Enquanto Kate se prepara, Hal é convocado por Billie. A conversa não envolve apenas a possível candidatura de Kate à vice-presidência: Rayburn decidiu demitir o secretário de Estado Miguel Ganon.
Kate fica surpresa com a notícia. Apesar dos conflitos que teve com Ganon, ela não queria que sua carreira fosse prejudicada e sente que também pode ter contribuído para a decisão.
Antes de chegar ao presidente, Kate passa por reuniões na CIA e no Departamento de Estado. As informações recebidas de Balakin são verificadas por diferentes setores de inteligência e militares, aumentando a confiança de Washington na pista sobre Lenkov.
A operação contra Lenkov começa a gerar problemas
Existe, porém, uma complicação diplomática. A família de Lenkov está na França, e uma operação americana para capturar um cidadão estrangeiro em território francês poderia provocar uma reação negativa de Paris.
Além disso, Trowbridge não está satisfeito com a mudança de estratégia. O primeiro-ministro britânico havia adotado uma postura pública de confronto com a Rússia e agora precisa lidar com uma política de desescalada que não havia sido discutida anteriormente.
Kate tenta explicar que a mudança não significa que Londres esteja perdendo importância, mas Trowbridge deixa claro seu descontentamento.

Kate começa a sentir o peso de Washington
Depois das reuniões, Kate encontra Jill, que assumiu parte de suas antigas responsabilidades em Cabul. A conversa desperta a frustração da diplomata com o que aconteceu com seus contatos e informantes no Afeganistão.
Enquanto isso, Hal almoça com um antigo conhecido chamado Lewis, que menciona a possibilidade de ele próprio assumir o cargo de secretário de Estado. Hal inicialmente descarta a ideia, mas demonstra interesse pela possibilidade.
De volta a Londres, Kate está exausta e abalada pelos acontecimentos. Trowbridge a procura para reclamar da nova estratégia americana e deixa a conversa ainda mais tensa.
O final do episódio mostra o futuro incerto de Kate
Ao retornar para casa, Kate conta a Hal como foi seu dia. Ela pretende entrar em contato com Austin Dennison para tentar administrar os efeitos políticos da mudança, mas Hal sugere que ela deixe a conversa para o dia seguinte.
Os dois acabam sentados em lados opostos da cama, refletindo sobre o futuro.
Kate está cada vez mais próxima da vice-presidência, mas também começa a perceber o preço pessoal e político que essa posição poderia cobrar. Ao mesmo tempo, a investigação sobre o ataque ao HMS Courageous acaba de ganhar uma nova direção.
O episódio 7 de A Diplomata termina, portanto, preparando o terreno para o desfecho da temporada: Lenkov pode ser apenas uma peça de um plano maior, a Rússia talvez não seja a verdadeira responsável pelo ataque e Kate precisa decidir até onde está disposta a entrar no jogo político de Washington.