O episódio 6 da primeira temporada de A Diplomata (The Diplomat) continua a partir da proposta de Kate Wyler (Keri Russell) para bombardear um alvo ligado à Rússia. O que parecia uma estratégia para acalmar o primeiro-ministro britânico Nicol Trowbridge rapidamente se transforma em um plano capaz de provocar uma nova crise internacional.
Em “Um furacão intenso” (“Some Lusty Tornado”), Kate tenta encontrar uma alternativa que impeça uma guerra aberta, enquanto Hal (Rufus Sewell) começa a atuar cada vez mais nos bastidores. Ao mesmo tempo, novas conexões políticas indicam que a disputa pode envolver interesses muito maiores do que a resposta ao ataque contra o HMS Courageous.
Kate tenta convencer Trowbridge a evitar uma guerra
A noite em Chevening House começa com todos preocupados com a proposta de Kate de bombardear um alvo. Ela explica a Austin Dennison que a ideia surgiu principalmente para conter a pressão de Trowbridge, que exige uma resposta contundente contra os responsáveis pelo ataque.
Mais tarde, Kate conversa com Hal e admite que está insegura sobre suas decisões. O marido tenta tranquilizá-la e lembra que a possibilidade de bombardear a Rússia não foi a primeira nem a última alternativa discutida.
Kate também revela que não comeu nada e começa a beber. Hal a leva até a cozinha para buscar comida, e os dois acabam encontrando Trowbridge no caminho.
O primeiro-ministro está bebendo e aproveita o momento para elogiar a sugestão de Kate. Ele afirma não confiar em seus próprios assessores e acredita que alguns deles estão trabalhando contra ele.
O primeiro-ministro quer atacar, mas Kate alerta para o risco nuclear
Trowbridge insiste que a Rússia precisa ser enfrentada antes que a situação fique ainda pior. Para justificar sua posição, ele compara a invasão russa da Ucrânia aos acontecimentos que antecederam a Segunda Guerra Mundial.
Kate argumenta que um bombardeio contra a Rússia pode provocar uma escalada muito maior, inclusive com risco de um conflito nuclear. Ela tenta convencer o primeiro-ministro de que existe uma alternativa que permita demonstrar força sem iniciar uma guerra.
Kate, Austin, Stuart e outros integrantes da equipe passam a noite tentando encontrar uma resposta que satisfaça Trowbridge sem recorrer diretamente a um ataque.
Stuart procura Eidra Park, que revela uma informação preocupante: submarinos russos estão operando perto da costa britânica. Isso pode significar que Moscou já percebeu que Londres sabe quem está por trás da explosão.

Surge uma alternativa envolvendo a Lenkov
Na manhã seguinte, Kate apresenta uma estratégia a Austin e consegue convencê-lo a levá-la ao primeiro-ministro. Trowbridge, porém, rejeita a proposta e apresenta um local específico que deseja atacar.
Kate percebe que ele pronuncia o nome do lugar de maneira incorreta e conclui que a sugestão provavelmente não partiu dele.
Hal confirma a suspeita ao explicar que esteve atento às conversas nos bastidores. Ele também revela que Margaret Roylin, antiga assessora de Trowbridge, pode estar envolvida.
Kate conhece Cecilia Dennison, irmã de Austin, que explica que Margaret mora nas proximidades. Segundo Cecilia, Trowbridge ainda mantém contato com sua antiga conselheira.
Kate descobre a influência de Margaret Roylin
Cecilia leva Kate secretamente até a casa de Margaret. A embaixadora acaba deixando de lado um compromisso para receber Miguel Ganon no aeroporto e envia Hal em seu lugar.
Margaret não nega que foi responsável por sugerir o alvo do possível bombardeio. Ela apresenta, porém, uma justificativa política: uma ação contra um inimigo externo poderia ajudar a unir grupos que estão em conflito dentro do Reino Unido.
A conversa também revela que Margaret teve participação importante na trajetória política de Austin. Ela teria contribuído para derrubá-lo anteriormente ao divulgar informações comprometedoras sobre uma receita médica ilegal.
Enquanto isso, em Chevening House, Hal e Austin procuram uma justificativa legal para uma operação contra o grupo de Roman Lenkov. Austin explica que uma ação militar britânica precisaria se enquadrar no direito de autodefesa.
A situação na Líbia oferece uma possível solução. O grupo ligado a Lenkov está envolvido no conflito no país, que já teria solicitado ajuda internacional. Dessa forma, uma operação contra os mercenários poderia ser apresentada como uma resposta a um pedido de assistência, e não como um ataque direto à Rússia.

Ganon pode estar sabotando o plano
Apesar de Trowbridge aceitar a proposta, Ganon se opõe a ela. Kate e Hal começam a investigar o motivo.
Hal pede que Stuart descubra o itinerário de Ganon durante sua viagem de volta de Washington. A informação revela que o secretário fez uma parada na Carolina do Sul, levantando novas suspeitas sobre suas intenções.
Kate e Hal concluem que Ganon pode ter interesse em impedir o sucesso da operação e, consequentemente, prejudicar o presidente Rayburn. A hipótese levantada pelos dois é que Ganon esteja pensando em seu próprio futuro político e queira chegar à Presidência.
Kate e Hal ficam no centro de um novo jogo político
Enquanto a crise internacional se intensifica, Stuart e Eidra também enfrentam mudanças na vida pessoal. Depois que Hal aparentemente percebe o relacionamento entre os dois, Stuart decide assumir publicamente o namoro.
No final do episódio, Ganon recebe uma ligação de Rayburn autorizando a estratégia de Kate e permitindo que os Estados Unidos avancem com uma operação na Líbia contra o grupo ligado a Lenkov.
Cecilia descreve o momento como um “furacão intenso”, expressão que combina a paixão pelo trabalho e os relacionamentos que se misturam aos interesses políticos.
A sequência final reúne Kate, Hal e Austin no mesmo ambiente, enquanto Stuart e Cecilia observam. O episódio 6 de A Diplomata deixa claro que a crise envolvendo o HMS Courageous está cada vez mais conectada a disputas internas de poder, interesses eleitorais e uma possível operação militar fora da Rússia.