No episódio 19 da 1ª temporada de O Mentalista, intitulado “Uma Dúzia de Rosas Vermelhas”, Patrick Jane (Simon Baker) e Teresa Lisbon (Robin Tunney) investigam o assassinato de um ex-político encontrado morto em Hollywood. O caso envolve drogas, conflitos nos bastidores de um filme e uma família marcada por relações complicadas.
Um ex-político é encontrado morto em Hollywood
O corpo de Felix Hanson, um antigo representante estadual, é encontrado em Hollywood Boulevard. A vítima era casada com a ex-atriz Felicia Scott e estava envolvida no financiamento de uma produção cinematográfica.
Ao localizar o carro de Hanson, os agentes encontram uma grande quantidade de drogas no porta-malas. A investigação leva o CBI até os estúdios Poseidon, onde o diretor Gabriel Fanning revela que havia jantado com Hanson na noite anterior.
Fanning estava produzindo um filme financiado pelo empresário, que havia investido cerca de US$ 10 milhões no projeto. O diretor afirma que o jantar terminou bem, mas Jane desconfia da história. Para o mentalista, o fato de os dois terem dividido a conta é um detalhe estranho diante do tamanho do investimento de Hanson.
A família de Felix Hanson esconde segredos
Jane e Lisbon conversam com Felicia e sua enteada adolescente, Sydney. A jovem também possui uma pequena participação no filme, enquanto Felicia é a protagonista.
Durante a conversa, Jane percebe que Sydney mantém um relacionamento com Brandon Fulton, um rapaz mais velho e com envolvimento com drogas. A situação ganha importância quando o CBI descobre que Brandon vendia entorpecentes e que Sydney havia retirado medicamentos e uma arma da casa para conseguir dinheiro.
Enquanto isso, o agente Freddie Ross, apontado como fornecedor de drogas, também entra na investigação. Ele confirma que Hanson havia entrado em contato para exigir que permanecesse longe de Sydney.
Gabriel Fanning vira suspeito
No estúdio, Lisbon encontra comprimidos no trailer de Gabriel. O diretor admite que Hanson havia ameaçado retirar o financiamento do filme na noite do assassinato.

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Embora Fanning tivesse um possível motivo, seu agente, Mitch Cavanaugh, assume a responsabilidade pelas drogas e acaba preso. A investigação, porém, continua apontando para problemas dentro da família Hanson.
Jane descobre que Sydney e Brandon estavam envolvidos com os entorpecentes encontrados no carro de Felix. A jovem admite ter roubado os produtos e a arma, mas nega qualquer participação no assassinato.
Brandon Fulton aparece armado na casa dos Hanson
Jane prevê que Brandon provavelmente retornará à residência da família. Cho e Rigsby fazem uma vigilância no local e observam o rapaz entrando na casa com uma arma.
Pouco depois, tiros são disparados.
Felicia atira em Brandon, alegando que ele invadiu a residência armado. O rapaz sobrevive e é levado ao hospital. A arma encontrada com ele é uma pistola calibre .45 — exatamente o mesmo tipo de arma utilizada para matar Felix.
A princípio, a situação parece colocar Brandon no centro do crime. No entanto, Jane percebe que há uma história mais complexa por trás daquela sequência de acontecimentos.

Quem matou Felix Hanson em O Mentalista?
Jane descobre que Felicia foi a verdadeira responsável pelo assassinato. Ela havia manipulado Brandon para que matasse seu marido, fazendo o jovem acreditar que estava ajudando a protegê-la.
Felicia contou a Brandon uma versão em que Hanson seria um homem abusivo e perigoso. Na realidade, ela própria havia seduzido e manipulado o rapaz, convencendo-o a ir até Hollywood para encontrar Felix.
Depois, Felicia matou Brandon a tiros na própria casa, criando uma situação que poderia fazer parecer que ele era o responsável pela morte de Hanson.
O final de “Uma Dúzia de Rosas Vermelhas”
Jane decide expor Felicia de uma maneira pouco convencional. Em vez de simplesmente confrontá-la, ele organiza uma espécie de encenação no próprio set de filmagens.
Diante da equipe, Jane reconstrói os acontecimentos e acusa Felicia de ter manipulado Brandon para eliminar o marido. Ele também afirma que ela transformou a história em uma narrativa de abuso para justificar seus atos.
Pressionada, Felicia acaba admitindo que estava cansada do comportamento de Felix e de sua interferência em sua vida profissional. Ela afirma que o marido a sufocava e que tudo começou quando ele passou a controlar sua carreira e suas relações.
A confissão deixa claro que Felicia utilizou Brandon como instrumento para executar o plano e tentou encobrir o assassinato posteriormente. Jane, mais uma vez, consegue desmontar a encenação da suspeita ao perceber que, por trás das aparências, havia uma história de manipulação cuidadosamente construída.