No episódio 13 da 1ª temporada de O Mentalista, intitulado “Pinte de Vermelho” (“Paint It Red”), Patrick Jane e a equipe do CBI investigam o assassinato de um homem ligado a uma valiosa obra de arte. O caso envolve falsificações, uma quadrilha russa e uma pintura avaliada em US$ 50 milhões.
Um assassinato é descoberto em meio a uma obra de arte roubada
Harry Lashley é encontrado morto no escritório de uma empresa de segurança. Antes da chegada do CBI, Frank e a recepcionista Keely estavam no local escondidos para manter um relacionamento secreto. Frank inicialmente afirma que foi chamado para verificar o escritório, mas Jane rapidamente percebe as contradições.
O mentalista conclui que o casal estava no local para fazer sexo e que, ao encontrar o corpo, tentou escondê-lo. Ele também percebe que as câmeras de segurança estavam desligadas, algo que Frank poderia ter feito por causa de sua função. Pressionado por Jane, o homem acaba admitindo que mentiu.
O caso ganha uma dimensão maior quando Van Pelt descobre que a única coisa desaparecida do escritório era uma pintura chamada The Moro, retrato italiano do século XIV avaliado em US$ 50 milhões.
Harry Lashley tinha envolvimento com o mercado de arte
A investigação leva Jane e Lisbon até Stevie, esposa de Harry. Jane identifica que o morto era músico de jazz, graças aos calos em suas mãos, mas também descobre que ele trabalhava para A.P. Caid, um milionário conhecido por sua coleção de obras de arte.
Katherine Hawkes, responsável pelas aquisições da coleção, explica que poucos colecionadores teriam condições de realizar um roubo daquela proporção. Entre os interessados estava Shirali Arlov, um criminoso russo que havia sido derrotado por Caid em um leilão pela posse de The Moro.

Enquanto a equipe investiga Arlov, Van Pelt encontra registros de um pagamento de US$ 20 mil feito por Harry para uma caixa postal. A pista leva Jane até o estúdio do artista Rob Wallace.
Jane descobre que The Moro é uma falsificação
No estúdio, Jane encontra uma passagem secreta que esconde uma cópia de The Moro. Wallace tenta impedir a investigação usando uma espingarda, mas Van Pelt revela que é policial.
O artista então explica que Harry havia encomendado três reproduções da pintura. Cada uma custava US$ 10 mil e continha um pequeno detalhe que permitia diferenciá-la do original. Na cópia encontrada por Jane, há uma antena de televisão inserida discretamente na imagem.
A descoberta muda completamente o caso. Quando Jane apresenta a pintura a A.P. Caid, ele percebe que também possui uma falsificação. O verdadeiro quadro está guardado em seu cofre, mas Jane encontra outro detalhe anacrônico: um dos personagens da pintura carrega uma arma moderna.

Quem matou Harry Lashley em O Mentalista?
Jane conclui que Harry descobriu um esquema envolvendo as falsificações. A suspeita recai sobre Katherine Hawkes, que tinha acesso à coleção e conhecimento suficiente para manipular a procedência das obras.
Para confirmar sua teoria, Jane procura Arlov e, contrariando as ordens de Lisbon, viaja com Cho e Rigsby até Los Angeles. Fingindo ter o verdadeiro The Moro, ele consegue uma audiência com o criminoso russo.
Durante a conversa, Jane percebe que Arlov realmente possui o original. Aproveitando uma distração provocada pela equipe, ele troca a pintura verdadeira pela falsificação que levou consigo e foge com a obra.
O final de “Pinte de Vermelho”
De volta à propriedade de Caid, Jane apresenta o quadro a Hawkes e à família. Stevie demonstra frustração porque o pai está mais preocupado com a pintura do que com a morte de Harry. A reação faz Jane confrontar A.P. sobre sua maneira de tratar a filha.
Em seguida, Jane percebe que Hawkes não demonstra qualquer interesse em salvar a pintura quando ele a joga no fogo. Para ele, isso confirma que ela sabia que aquela versão era falsa.
Jane revela o plano: Harry descobriu que Katherine estava produzindo cópias de The Moro. Ela pretendia vender uma delas a Arlov e ficar com o original para si. Quando Harry a confrontou no escritório, Katherine o atingiu na cabeça com um busto, causando sua morte.
Pressionada pela informação de que seu apartamento está sendo revistado, Katherine confessa o assassinato. Ela afirma que não pretendia matar Harry, mas admite que queria ficar com a obra-prima.
No encerramento, Cho e Rigsby discutem como uma pintura pode valer US$ 10 mil e outra US$ 50 milhões apesar de serem praticamente idênticas. Jane observa a obra pendurada na parede e brinca com a situação, mantendo em segredo se aquela também é verdadeira.