O episódio 5 de A Lista Terminal, série de suspense do Prime Video estrelada por Chris Pratt, revela novas conexões entre o projeto farmacêutico RD-4895 e a morte dos integrantes da equipe de James Reece. Intitulado “Interrupção”, o capítulo acompanha a investigação de Katie Buranek sobre a Nubellum e a tentativa do protagonista de responsabilizar os envolvidos na conspiração. Quando as descobertas colocam novas vidas em risco, Reece decide atacar Steve Horn, o empresário que pode estar no centro de toda a operação.
A Lista Terminal: o passado de Reece e a investigação sobre a Nubellum
O episódio começa com uma lembrança de uma missão militar na qual James Reece (Chris Pratt) lidera uma equipe para resgatar a tripulação de um helicóptero abatido. Ao chegar aos destroços, ele encontra a piloto Lizzy, que tenta se defender dos combatentes inimigos depois de ficar sem munição.
Durante o atendimento, Reece descobre que ela é do Alabama e pergunta se torce pelo Auburn, rival universitário do Alabama Crimson Tide. A resposta bem-humorada de Lizzy revela sua preferência pelo time adversário e marca o início de uma amizade que se tornaria importante para o comandante.
No presente, Reece viaja a San Francisco para investigar a origem do medicamento que pode ter provocado os tumores cerebrais identificados em integrantes de sua equipe. Ele fotografa a sede da Capstone Industries e observa a movimentação do FBI, que também acompanha os envolvidos no caso. Liz permanece ao seu lado enquanto os dois avaliam os próximos passos.
Paralelamente, Katie Buranek (Constance Wu) tenta convencer Mike Tedesco (Paul McCrane), responsável pela Nubellum, a revelar informações sobre o projeto RD-4895. A jornalista descobre que a empresa começou com pesquisas voltadas ao tratamento do Alzheimer, mas passou a desenvolver substâncias para melhorar o desempenho de militares, negócio que rendeu bilhões.
Durante uma conversa reservada, Katie questiona o executivo sobre o controle que exerce na companhia e sobre os testes do medicamento. Mike afirma que o RD-4895 ainda não chegou aos ensaios clínicos em humanos. A jornalista, porém, suspeita que a substância tenha sido administrada à equipe de Reece antes da missão na Síria.
RD-4895: a ligação entre o medicamento e os Navy SEALs
A investigação ganha força quando Mike decide acessar informações armazenadas nos servidores da empresa. Ao perceber a movimentação, Steve Horn envia homens para persegui-lo. O FBI e Reece acompanham os acontecimentos e notam que os seguranças de Horn se dividiram, abrindo uma oportunidade para agir.

Mike consegue encontrar Katie e revela que o RD-4895 foi desenvolvido para aliviar os sintomas do transtorno de estresse pós-traumático (TEPT) em militares. Segundo ele, os testes em animais apresentavam resultados promissores, mas a Capstone interrompeu o desenvolvimento do medicamento. O executivo também explica que a empresa mantém registros detalhados de seus acionistas.
Quando Katie pergunta o que essas informações têm a ver com os integrantes mortos da equipe de Reece, Mike responde que a conexão é direta.
A conversa acontece perto dos trilhos de uma estação, onde um dos homens de Horn se aproxima. Mike havia deixado o celular no carro, conforme combinado com a jornalista, mas a medida não é suficiente para protegê-lo. Os dois tentam fugir, porém o perseguidor atira em Mike, que morre diante de Katie.
A jornalista continua correndo, mas decide parar e enfrentar o agressor. Ela consegue matá-lo com um disparo, embora encontre outro homem armado ao tentar escapar por uma saída lateral. Antes que ele possa atacá-la, Reece intervém e elimina o segundo perseguidor.
Abalada por ter presenciado a morte de Mike, Katie recebe ajuda do comandante. Em um local afastado, ele explica que o medicamento experimental pode ter sido administrado à sua equipe e provocado os tumores cerebrais. Reece exige os nomes dos responsáveis, mas a jornalista quer tempo para concluir a reportagem.
O confronto entre os dois se intensifica quando Reece percebe que ela está com um pen drive contendo informações importantes. Ele afirma que sua prioridade é fazer justiça pelos companheiros e pela família, não proteger a investigação jornalística. Ao perceber que Katie pretende continuar envolvida, ele saca a arma e exige que ela fique fora de seu caminho.

Os nomes por trás da conspiração e o ataque a Steve Horn
Ben Edwards (Taylor Kitsch) entrega a Reece uma lista de pessoas que podem estar envolvidas na operação: Marcus Boykin, o almirante Pillar, o comandante Cox e o capitão Howard, da área jurídica militar. Com os nomes em mãos, Reece decide avançar contra Steve Horn.
O plano envolve uma bomba de pulso eletromagnético (EMP), destinada a interromper sistemas eletrônicos. Liz se opõe à ideia de atacar Horn, mas acaba ajudando na operação. Para criar uma distração e dificultar a vigilância do FBI, ela utiliza uma van de entrega de flores enquanto Reece se posiciona perto do veículo do empresário.
A situação muda quando Katie confronta Horn diante de seu prédio, ameaçando divulgar a reportagem e prejudicar seus negócios. O executivo responde que a negociação já foi concluída no dia anterior. Ao perceber Reece nas proximidades, Katie recua, permitindo que o comandante execute o plano.
Horn identifica o perigo e ordena que seus homens partam. Reece aciona a bomba, provocando uma explosão que lança Katie para longe e deixa o empresário gravemente ferido. Em seguida, ele utiliza seu rifle de assalto para enfrentar os seguranças de Horn.
O final do episódio 5 de A Lista Terminal: Reece mata Steve Horn
Depois de eliminar os homens que protegiam o empresário, Reece se aproxima de Horn, que está caído nas escadas do edifício. O comandante saca uma pistola de nove milímetros e dispara duas vezes contra a cabeça do executivo, matando-o.
Sem permanecer no local, Reece toma um SUV e foge, enquanto agentes do FBI e policiais iniciam a perseguição.
O episódio termina com a morte de um dos principais nomes ligados à conspiração, mas a vingança de Reece está longe de terminar. As informações sobre o RD-4895 e os demais envolvidos indicam que o assassinato de sua equipe pode fazer parte de uma operação muito maior, cujos responsáveis ainda precisam ser encontrados.