Snowdrop: Soo-ho enfrenta os próprios aliados durante o sequestro
O episódio 6 de Snowdrop, k-drama disponível no Disney+, começa com Tae-il autorizando o Plano B, que prevê a eliminação dos espiões norte-coreanos. Soo-ho ordena que seus homens retornem à passagem secreta e reinstala a armadilha na entrada. Quando os agentes da ANSP se preparam para invadir o local, Chang-su interrompe a operação.
Enquanto isso, Gang-mu tenta aproveitar a confusão para conduzir os reféns para fora do refeitório, mas Comrade Joo reaparece e bloqueia a fuga. Gang-mu ergue o braço armado do espião durante o disparo, fazendo com que as balas atinjam um lustre. Os estilhaços cortam a mão de Yeong-ro.
Gang-mu consegue imobilizar Joo e quase o ataca com uma pinça, mas Soo-ho interfere e dispara contra o objeto, tirando-o de suas mãos. Joo insiste em executar Gang-mu, porém suas tentativas são interrompidas primeiro pela reação desesperada da funcionária da cozinha e depois pela falta de munição. Soo-ho volta a intervir e ameaça desarmar o próprio companheiro caso ele continue agindo de maneira impulsiva.
Ao perceber o ferimento de Yeong-ro, Soo-ho a obriga a buscar o estojo de primeiros socorros. Ele limpa e trata o corte, apesar de ela demonstrar repulsa. O espião também revela que pretende exigir um médico para Comrade Lee e, em uma futura troca de reféns, libertar Yeong-ro para encerrar a relação entre os dois.
Chang-su tenta controlar as consequências da Operação Fênix
Na base da ANSP, Chang-su recebe a confirmação de que o professor Han e os espiões que estavam com ele morreram no mar. Yeong-u, irmão de Yeong-ro, está entre os quatro integrantes da guarda costeira feridos no confronto.
Chang-su considera informar à imprensa que a agência tentou resgatar Han de um sequestro norte-coreano. Tae-il, porém, propõe outra versão: apresentar a morte do professor como resultado de uma tentativa de deserção para o Norte, usando o episódio para prejudicar a oposição política. O chefe Ahn segue as orientações de Tae-il.

A crise também repercute na disputa entre as famílias influentes. Seong-sim e Mi-hye visitam Ae-ra, que se vangloria da posição de Chang-su. A conversa termina em confronto quando Seong-sim perde a paciência e agride Ae-ra, deixando clara a hierarquia que acredita existir entre as duas famílias.
Enquanto isso, Chang-su informa Soo-ho sobre a morte de sua equipe no mar. O espião responde com uma ameaça: se não encontrar uma saída para os sobreviventes, poderá matar os reféns e tirar a própria vida com os companheiros.
Soo-ho mata Comrade Joo e exige um médico
A situação fica ainda mais tensa quando Joo defende que os espiões matem todos os reféns e se explodam para preservar a honra de seu líder. Soo-ho rejeita a proposta, argumentando que as mortes seriam inúteis e lembrando da responsabilidade que carrega perante o pai.
Joo interpreta a recusa como uma afronta ideológica e aponta a arma para Soo-ho. Antes que ele consiga atirar, o protagonista dispara contra seu peito. O colete à prova de balas impede que o ferimento seja fatal, mas Soo-ho exige explicações por Joo ter desobedecido às ordens e seguido seus passos até o monte Ogong.
Em seguida, Soo-ho telefona para Chang-su e estabelece um prazo de 20 minutos para que um médico chegue ao alojamento. Caso contrário, começará a executar os reféns. Sem um profissional disponível a tempo, Tae-il convoca Chung-ya.
A médica aceita participar da missão, mas se recusa a usar injeções letais contra os espiões, como pretendia Tae-il. Seu plano é aplicar sedativos para fazê-los dormir. Han-na também é chamada para entrar no alojamento e verificar as condições dos reféns. Durante a preparação, Chung-ya e Soo-ho se reconhecem por um instante, mas nenhum dos dois comenta o encontro.

Snowdrop: Bun-ok perde a chance de ser libertada
Soo-ho decide selecionar um primeiro grupo de reféns para libertação. A matrona prepara os perfis das estudantes e destaca aquelas que considera mais difíceis de controlar. As integrantes do quarto 207 aparecem entre as escolhidas, provocando reclamações de quem acredita que elas estão recebendo tratamento privilegiado.
Bun-ok protesta contra a decisão e exige um sorteio. Quando Soo-ho encontra o currículo dela entre os documentos, rasga o papel e determina que ela permaneça no alojamento. A matrona havia considerado que Bun-ok deveria ser liberada por ser responsável pelos pais doentes, mas Soo-ho não volta atrás.
Gang-mu, mantido amarrado e vendado em outro quarto, consegue enviar sinais à ANSP por meio de batidas, revelando a localização dos reféns e a própria posição. Quando Han-na entra com Chung-ya, ela pede que Yeong-ro e os estudantes feridos sejam libertados primeiro. Soo-ho, porém, escolhe outros seis reféns aleatoriamente.
A decisão provoca desespero entre os estudantes, e a matrona tenta interceder por uma jovem em crise. Irritado com os pedidos, Soo-ho ameaça matar os reféns. Yeong-ro reage, implora pela libertação dos demais e empurra a arma apontada para sua cabeça.
Yeong-ro revela ser filha do diretor da ANSP
No momento decisivo do episódio, Yeong-ro sussurra para Soo-ho que é filha do diretor da ANSP. A revelação surpreende o espião, cuja expressão muda antes de assumir um ar arrogante.
O desfecho coloca Yeong-ro em uma posição ainda mais delicada. Embora Soo-ho tenha demonstrado preocupação com ela em alguns momentos, também deixou claro que pode agir com brutalidade para manter o controle da situação. A identidade da jovem pode mudar a relação entre os dois, mas não significa que ela esteja protegida.
O episódio também reforça as diferenças entre Soo-ho e seus companheiros: enquanto Joo defende a obediência absoluta à ideologia norte-coreana, Soo-ho prioriza a sobrevivência de sua equipe. A reação dele à revelação de Yeong-ro, somada ao reconhecimento silencioso entre ele e Chung-ya, abre novas questões para os próximos capítulos.