Netflix | As 10 melhores séries originais da plataforma

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Com várias produtoras lançando seus próprios serviços de streaming, a Netflix precisou investir em produções próprias. Seja séries criadas do zero, salvas para ter mais uma temporada ou animes trazidos para o ocidente, a plataforma possui um extenso catálogo de conteúdos. Mas algumas dessas produções da casa se destacam e merecem reconhecimento.

Sendo assim, a redação do Cosmonerd elencou as 10 melhores séries da gigante dos streamings. Confira abaixo:

Ozark

Ozark é uma série dramática que acompanha a história da família Byrde, onde seu patriarca, Marty, é um gênio contábil que trabalha para o Cartel, mas acaba se complicando quando seu sócio decide roubar dinheiro da organização criminosa.

Para salvar sua pele (e a família), Marty se muda com a esposa (Wendy) e os filhos para a cidade de Ozark, que possui suas peculiaridades. Jason Bateman (A Noite do Jogo) e Laura Linney (O Show de Truman) estrelam essa série recheada de violência e outras atribuições que revelam o pior do ser humano.

O Príncipe Dragão

O Príncipe Dragão

A animação O Príncipe Dragão se passa no mundo de Xadia, repleto de magia provinda dos 6 elementos primordiais: o Sol, a Lua, as Estrelas, a Terra, o Céu e o Oceano. No entanto, os humanos (que não podem utilizar a mágica primordial) descobriram o uso da magia sombria, cuja energia deriva da essência vital de animais e de criaturas mágicas. Devido a isso, eles foram expulsos pelos dragões e pelos elfos de Xadia para o outro lado do continente, onde eles formaram os 5 reinos humanos.

O Príncipe Dragão é uma série criada por Aaron Ehasz, produtor e diretor de Avatar: A Lenda de Aang, e Justin Richmond, co-diretor do game Uncharted 3: Drake’s Deception. Poder, amizade, família e cobiça são uma das principais pautas que a animação aborda e, com personagens interessantes e uma história cativante, com certeza a série vai te conquistar.

Sex Education

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Estrelada por Asa Butterfield (A Invenção de Hugo Cabret) e Gillan Anderson (Arquivo X; The Crown), Sex Education acompanha a história de um adolescente (Otis) e sua mãe (Jean), uma terapeuta sexual. Impulsionado pela atração que sente por uma colega, Otis passa a realizar consultas sobre educação sexual a troco de dinheiro, devido ao conhecimento que possui pela profissão da mãe.

O irônico disso tudo é que ele próprio não consegue se entender sexualmente, devido a traumas de infância. Essa série se aproveita muito bem da própria temática para abordar temas tabus envolvendo sexualidade, seja na adolescência ou além.

Better Call Saul

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spin off de Breaking Bad não pode ser comparado com a série original, mas consiste num ótimo estudo de personagem como sua predecessora era. Acompanhamos a jornada de Jimmy McGill até se tornar o famoso advogado pilantra Saul Goodman, mas, além disso, a série possui suas próprias tramas e outros personagens tão interessantes quanto Jimmy, como seu irmão Chuck (um advogado renomado) e Kim, outra talentosa advogada.

Para finalizar, ainda temos a direção característica de Vince Gilligan para dar aquela saudade de Breaking Bad.

Dark

A série alemã que acabou a pouco não é para iniciantes. Com seus diversos personagens em épocas diferentes e suas interações e relações, a obra torna-se um quebra-cabeça que o espectador vai montando enquanto assiste.

Com ótimas atuações, fotografia maravilhosa, conceitos interessantes de ficção científica e discussões sobre as relações humanas, a série com certeza merece um lugar em nossa lista. Dark mostra o poder das produções além de Hollywood e traz uma narrativa que não tem pressa em se desenvolver, com o seu próprio “tempo”, com o perdão do trocadilho. Leia nossa crítica da última temporada.

Mindhunter

Produzida por David Fincher – diretor de grande obras do cinema como Clube da Luta, Zodíaco, A Rede Social e Garota Exemplar, Mindhunter conta a história de uma equipe do FBI que estuda a mente de assassinos seriais.

A série faz um ótimo trabalho em nos colocar na pele dos investigadores ao raramente mostrar os atos dos criminosos. Em vez disso, ela nos faz ouvir com detalhes e ver fotos dos atos macabros, deixando nossa imaginação fazer o resto. É um olhar no abismo da loucura e da maldade humana de casos reais que ficam conosco mesmo depois de terminar a série.

Stranger Things

A queridinha da Netflix e fenômeno mundial não é só hype. Stranger Things consegue trazer a aventura oitentista para os dias de hoje com sua história que poderia muito bem passar na Sessão da Tarde. Apostando em um cast supercarismático e visual estilizado, a série consegue misturar aventura, terror e humor de uma forma bem balanceada, trazendo uma experiência muito satisfatória de assistir.

Apesar de uma considerável queda na qualidade da 2ª temporada, a 3ª conseguiu resgatar o prestígio do começo, com direito a alguns mistérios para a sequência, como o paradeiro de Jim Hopper (David Harbour).

Atypical

Iniciada em 2017, Atypical conta a história de Sam, um garoto diagnosticado dentro do espectro do autismo. Nesse contexto, também acompanhamos sua família e como isso altera a sua rotina, onde Sam tenta levar uma vida como qualquer pessoa que possui direito a estudar, se apaixonar etc.

Criada por Robia Rashid, a série consegue dar complexidade para cada um dos personagens, tornando a família retratada um exemplo verossímil do nosso dia a dia.

A Maldição da Residência Hill

Apesar de possuir somente uma temporada, A Maldição da Residência Hill merece um local de destaque no segundo lugar da nossa lista. A série de terror vai além dos clichês do gênero e utiliza o sobrenatural para falar sobre pessoas, suas relações e a importância da família. Com uma direção impecável e fotografia maravilhosa, a obra lentamente desenvolve sua narrativa desenvolvendo cada um dos seus personagens de forma precisa para tudo fazer sentido no clímax. É muito mais fácil se importar com a mocinha do filme de terror quando você conhece seus dramas e sabe o que realmente a assusta.

Demolidor

Eu lembro quando Demolidor foi anunciada inicialmente, parecia um sonho se tornando realidade. Uma série muito pé no chão adaptando as principais histórias de Frank Miller de um dos heróis mais humanos da Marvel. Felizmente, a série excedeu as expectativas e conseguiu entregar uma história que, ao mesmo tempo, é simples mas muito divertida. Charlie Cox (Stardust: O Mistério da Estrela) caiu como uma luva no herói cego e nos entristece saber que provavelmente nunca mais o veremos como o Homem Sem Medo.

A cereja do bolo são as lutas maravilhosamente coreografadas e os planos-sequência que não cansamos de assistir. Apesar da série não ter um final oficial, a terceira temporada fechou bem a saga adaptando A Queda de Murdoc, uma das melhores histórias não só do personagem, mas da Marvel como um todo.

Gostou da nossa lista? Qual série ficou de fora? Qual merecia não estar nela? Comenta aí!

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