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Primeiras impressões de Sweet Home

Uma série que nos faz pensar na sociedade de hoje, onde pessoas podem ser tão ruins quanto monstros

Evelyn Batista Silva

26 dez, 2020

A nova série coreana da Netflix, Sweet Home, já está disponível na plataforma. Para os amantes de horror, essa é uma ótima indicação para aquele momento de descontração, entre o home office e o EAD.

Adaptada de um webtoon de mesmo nome, o enredo da série mostra a tentativa de sobrevivência dos moradores do prédio Casa Verde que se veem presos ali, enquanto pessoas se transformam em monstros dentro e fora dos portões. A produção, dirigida por Young-woo Jang e Eung-bok Lee, conta com nomes de peso no elenco, como Lee Si Young (Sem misericórdia), Song Kang (Love Alarm) e Lee Jin-wook (Goodbye Mr.Black), que, para mim, foram escolhas acertadas.

A partir de agora falarei, sem dar spoiler, das primeiras impressões que tive da série.

A série começa sem dar muito a entender o que aconteceu, mas depois de voltar um pouco no tempo, somos apresentados aos personagens, de pouco em pouco, e sem se aprofundar muito em cada. O objetivo do primeiro episódio é mostrar primeiramente a situação dos personagens para, possivelmente depois, destrinchar os caminhos que levaram cada um até o prédio Casa Verde, enquanto eles tentam sobreviver aos monstros.

A trilha sonora, que foi muito bem escolhida, traz o ritmo certo para as cenas em que se precisa de uma musiquinha para deixar os pelos dos braços arrepiados, ou dar mais adrenalina. A fotografia, começando pela abertura e os desenhos até as cenas em si, foram bem pensadas, principalmente por não deixar a tela toda preta.

E se tem uma coisa que essa série parece ter, são detalhes. Os monstros, que me deram uma vibe de Beetlejuice atualizado, parece que saíram do webtoon. Claro que com algumas mudanças leves, mas que não tiraram a essência do original.

Fiquem ligados no nosso site, que logo vem a crítica completa da série.

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