De Belfast ao Paraíso (2026) Crítica e Fatos da Série Irlandesa da Netflix De Belfast ao Paraíso (2026) Crítica e Fatos da Série Irlandesa da Netflix

De Belfast ao Paraíso: 5 FATOS da Série Irlandesa da Netflix

A série irlandesa De Belfast ao Paraíso rapidamente chamou atenção dos assinantes da Netflix ao misturar comédia dramática, mistério e reflexões sobre amizade, culpa e identidade. Criada por Lisa McGee, a produção carrega marcas claras de sua autora, mas também aposta em elementos inéditos dentro de sua filmografia. A seguir, reunimos 5 fatos e curiosidades que ajudam a entender melhor os bastidores e as escolhas criativas da série.

1. A série De Belfast ao Paraíso marca a transição de Lisa McGee para um tom mais sombrio

Conhecida mundialmente por Derry Girls, Lisa McGee mantém o humor afiado em De Belfast ao Paraíso, mas aposta em uma narrativa mais densa. O foco deixa de ser a adolescência para explorar personagens adultas marcadas por traumas do passado, aproximando a série do suspense psicológico sem abandonar a ironia típica da autora.

2. Knockdara é uma cidade fictícia recorrente no universo da criadora

A vila de Knockdara, onde parte importante da trama se desenrola, não existe de fato. O local já havia sido usado por McGee em The Deceived, funcionando como um espaço simbólico para histórias sobre segredos, isolamento e memórias distorcidas. A repetição reforça a construção de um “universo narrativo” próprio da roteirista.

3. A amizade feminina é o verdadeiro eixo da narrativa

Apesar do mistério envolvendo Greta, o centro emocional da série está na relação entre Saoirse, Robyn e Dara. A investigação funciona mais como catalisador para revisitar escolhas, frustrações e pactos feitos na juventude. Essa abordagem reflete o interesse recorrente de McGee em mostrar como vínculos femininos moldam identidades ao longo do tempo.

4. O elenco de De Belfast ao Paraíso mistura nomes recorrentes do audiovisual irlandês

O trio principal é formado por Roisin Gallagher, Sinéad Keenan e Caoilfhionn Dunne, atrizes já conhecidas do público local. A série ainda traz participações de rostos familiares do audiovisual irlandês, criando um reconhecimento imediato para quem acompanha produções da região.

5. A Sociedade da Evaporação nasceu de uma ideia realista, não fantástica

Embora a Sociedade da Evaporação soe quase conspiratória, Lisa McGee afirmou em entrevistas que a ideia partiu de histórias reais sobre redes informais de apoio entre mulheres. O conceito foi amplificado para fins dramáticos, mas mantém os pés no realismo, reforçando o tom da série: situações extremas tratadas sem recorrer ao sobrenatural.