Justiça Artificial (Mercy, 2026), disponível no Prime Video, combina ficção científica, ação e suspense ao explorar um sistema judicial controlado por inteligência artificial. Estrelado por Chris Pratt e Rebecca Ferguson, o longa dirigido por Timur Bekmambetov reúne conceitos tecnológicos, estrutura narrativa em tempo real e temas ligados à justiça moderna. A seguir, confira fatos e curiosidades que ajudam a entender melhor a produção.
1. O filme Justiça Artificial utiliza a técnica de “tela dentro da tela”
Grande parte da narrativa é construída por meio de câmeras de segurança, celulares e interfaces digitais, seguindo o estilo conhecido como screenlife, popularizado em produções recentes do suspense tecnológico.
2. A história se passa em um futuro próximo
A trama é ambientada em 2029, um cenário que não chega a ser totalmente distópico, mas já apresenta avanços tecnológicos suficientes para justificar o uso de inteligência artificial no sistema judicial.
3. O Tribunal da Misericórdia é o centro da narrativa de Justiça Artificial
O conceito principal do filme gira em torno de um tribunal automatizado que julga réus com base em dados digitais, estabelecendo um prazo de 90 minutos para provar inocência antes de uma possível execução.

4. Chris Pratt passa boa parte do filme imobilizado
Diferente de seus papéis mais físicos, o personagem de Chris Pratt permanece preso durante grande parte da trama, o que muda a dinâmica de atuação e coloca foco no diálogo e na tensão psicológica.
5. Rebecca Ferguson interpreta uma juíza virtual em Justiça Artificial
A atriz dá vida à inteligência artificial Maddox, uma entidade sem presença física real, o que limita sua atuação a voz e expressões digitais, reforçando a frieza do sistema.
6. O filme aborda falhas da inteligência artificial
Apesar de apresentar a IA como ferramenta eficiente, a narrativa evidencia erros causados por dados incompletos e manipulação humana, questionando a confiabilidade desse tipo de tecnologia.
7. A trama de Justiça Artificial mistura investigação com contagem regressiva
O elemento de tempo real — com o protagonista tendo apenas 90 minutos para provar sua inocência — funciona como motor de tensão, aproximando o filme de thrillers clássicos de corrida contra o tempo.
8. O roteiro aposta em reviravoltas ligadas ao passado
O mistério central conecta o presente a eventos anteriores, especialmente decisões judiciais equivocadas, criando um efeito dominó que impulsiona a motivação do antagonista.