Somos Todos Iguais (Same-Kind-of-Different-as-Me, 2017) - Crítica e Fatos do Filme que conta a história real de Ron Hall Somos Todos Iguais (Same-Kind-of-Different-as-Me, 2017) - Crítica e Fatos do Filme que conta a história real de Ron Hall

7 Fatos e a HISTÓRIA REAL de Somos Todos Iguais (2017)

Somos Todos Iguais (Same Kind of Different as Me, 2017) voltou ao radar do público brasileiro após entrar no catálogo da Netflix. Inspirado em uma história real, o filme combina drama, fé e questões sociais a partir do encontro improvável entre um casal de classe alta e um homem em situação de rua. A seguir, reunimos 7 fatos e curiosidades que ajudam a entender melhor os bastidores, as inspirações e as escolhas narrativas do longa.

1. O filme é baseado em um livro autobiográfico de grande sucesso

Antes de chegar ao cinema, Somos Todos Iguais foi um livro escrito por Ron Hall em parceria com Denver Moore e a jornalista Lynn Vincent. A obra se tornou best-seller do New York Times e ampliou o alcance da história real que inspirou o filme.

2. Ron Hall participou ativamente da adaptação cinematográfica de Somos Todos Iguais

O verdadeiro Ron Hall esteve envolvido no desenvolvimento do projeto e acompanhou de perto o processo de adaptação. O filme reflete diretamente sua perspectiva sobre os acontecimentos, o que ajuda a explicar o foco narrativo centrado em sua transformação pessoal.

3. Denver Moore foi coautor da própria história

Diferente de muitas produções baseadas em fatos reais, Denver Moore teve participação direta no livro que deu origem ao filme. Suas memórias e reflexões foram registradas antes de sua morte, em 2012, o que confere autenticidade ao relato.

4. Djimon Hounsou é amplamente apontado como o destaque do elenco

A interpretação de Djimon Hounsou como Denver Moore costuma ser citada como o ponto mais consistente do filme. Sua atuação trouxe peso dramático a um personagem marcado por experiências de racismo, violência e exclusão social.

5. O filme Somos Todos Iguais aborda a filantropia sob uma ótica crítica

Embora tenha sido associado ao cinema cristão, o longa propõe uma reflexão sobre a caridade distante e impessoal. A narrativa questiona a ideia de que doar dinheiro é suficiente, defendendo o reconhecimento do outro como ser humano.

6. A direção marca a estreia de Michael Carney em longas-metragens

Michael Carney estreou como diretor de longa-metragem em Somos Todos Iguais. Antes disso, ele havia trabalhado principalmente como produtor, o que ajuda a explicar algumas escolhas narrativas mais convencionais.

7. A recepção crítica de Somos Todos Iguais foi dividida

Apesar da boa aceitação do público, especialmente entre espectadores interessados em dramas baseados em fé e histórias reais, o filme recebeu críticas mistas. Muitos elogiaram a mensagem e as atuações, enquanto outros apontaram fragilidades no roteiro e na condução dramática.