Em Um Piscar de Olhos (In The Blink of An Eye, 2026) - Crítica e Fatos do Filme de Andrew Stanton para o Disney+ Em Um Piscar de Olhos (In The Blink of An Eye, 2026) - Crítica e Fatos do Filme de Andrew Stanton para o Disney+

6 Fatos de Em Um Piscar de Olhos, do Disney+

Em Um Piscar de Olhos marca o retorno de Andrew Stanton à direção de longas com atores reais, agora em uma produção de ficção científica lançada pelo Disney+. A seguir, reunimos fatos e curiosidades que ajudam a entender melhor os bastidores, as inspirações e as escolhas narrativas do filme.

1. Andrew Stanton volta ao cinema live-action após mais de uma década

Este é o primeiro longa-metragem com atores reais dirigido por Stanton desde John Carter (2012). Desde então, o cineasta atuou principalmente nos bastidores da Pixar e dirigiu episódios de séries de ficção científica para a televisão, antes de retornar ao formato de longa.

2. O filme é baseado em um livro de ficção científica contemporâneo

Em Um Piscar de Olhos adapta um romance conhecido por sua estrutura fragmentada e pelo uso de múltiplas linhas do tempo. A transposição para o cinema manteve essa abordagem, apostando em paralelos temáticos entre passado, presente e futuro da humanidade.

3. A narrativa se passa em três períodos históricos distintos

O longa alterna entre a era dos neandertais, o presente e um futuro distante no espaço. Essa escolha estrutural é essencial para o discurso do filme sobre evolução, legado e continuidade, conectando eventos separados por dezenas de milhares de anos.

4. A bolota funciona como o principal símbolo do filme

Um pequeno objeto atravessa gerações e aparece nas três linhas do tempo. A bolota representa a ideia de potencial, herança e permanência, servindo como elo visual e narrativo entre personagens que jamais se encontram diretamente.

5. A ficção científica do filme evita grandes explicações técnicas

Apesar de envolver clonagem, engenharia genética e viagens espaciais, o roteiro opta por não detalhar excessivamente os aspectos científicos. A proposta é manter o foco nas consequências humanas dessas tecnologias, e não em seu funcionamento.

6. O tema central é a finitude, não a tecnologia

Embora trate de imortalidade e sobrevivência da espécie, o filme sustenta a ideia de que a vida só ganha sentido porque tem um fim. Essa visão atravessa todas as histórias e se consolida nas decisões tomadas pelos personagens no desfecho.