O Roubo - 1ª Temporada Fatos e Curiosidades da série O Roubo - 1ª Temporada Fatos e Curiosidades da série

5 fatos de O Roubo (Steal), série do Prime Video com Sophie Turner

Lançada discretamente no catálogo do Prime Video, O Roubo (Steal) chamou atenção ao misturar thriller corporativo, drama psicológico e uma trama de assalto centrada no sistema financeiro global. Estrelada por Sophie Turner, a série aposta em uma narrativa que prioriza mistério e reviravoltas, levantando debates sobre dinheiro, poder e responsabilidade. Abaixo, reunimos cinco fatos e curiosidades que ajudam a entender melhor a produção.

1. Sophie Turner assume um papel mais contido e estratégico

Em O Roubo, Sophie Turner interpreta Zara, uma profissional do mercado financeiro forçada a agir sob pressão extrema. Diferente de personagens mais impulsivos que marcaram a carreira da atriz, Zara é construída a partir da contenção, da observação e do cálculo. A atuação se apoia mais em reações silenciosas do que em explosões emocionais, refletindo o tom mais frio e racional da série.

2. A série O Roubo se inspira em crimes financeiros reais

Embora a trama seja fictícia, O Roubo dialoga diretamente com escândalos reais envolvendo evasão fiscal, paraísos fiscais e fundos de investimento. A ideia de grandes fortunas protegidas por estruturas legais opacas serve como pano de fundo para o assalto central da história, aproximando a ficção de debates contemporâneos sobre desigualdade econômica e concentração de riqueza.

3. O título original tem duplo significado

O nome Steal, no inglês, não se refere apenas ao ato literal de roubar. A palavra também carrega o sentido de “apropriação” ou “retirada silenciosa”, o que conversa com a proposta da série. O roubo retratado não é apenas físico ou financeiro, mas também simbólico, envolvendo controle de informações, manipulação de pessoas e exploração de sistemas.

4. As próteses faciais foram essenciais para a trama de O Roubo

Um dos elementos visuais mais marcantes da série é o uso de próteses faciais pelos criminosos durante o assalto inicial. O recurso não é apenas estético, mas narrativo: ele reforça o anonimato, a troca de identidades e a ideia de que qualquer pessoa pode estar por trás do crime. Esse artifício também ajuda a sustentar o suspense ao longo dos episódios.

5. O Roubo foi pensada como uma série limitada, mas com espaço para continuação

A primeira temporada de O Roubo encerra seu arco principal, mas deixa pontas soltas claras, especialmente no destino de alguns personagens e no impacto real das ações mostradas. A estrutura indica que a série foi concebida como uma história fechada, porém com margem para expansão caso o Prime Video opte por uma renovação, explorando as consequências morais e legais do final.