A Incrível Eleanor (Eleanor the Great) marca a estreia de Scarlett Johansson na direção de um longa-metragem e chegou ao catálogo da HBO Max chamando atenção pela história centrada em amizade, luto e memória. Além da atuação de June Squibb, o filme reúne diversas curiosidades de bastidores e detalhes que ajudam a entender sua produção e repercussão. Confira cinco fatos sobre o longa.
1. É a estreia de Scarlett Johansson como diretora de longas-metragens
Conhecida por sua carreira como atriz, Scarlett Johansson assume pela primeira vez a direção de um longa-metragem de ficção. Antes de A Incrível Eleanor, ela havia dirigido apenas o curta These Vagabond Shoes (2009), exibido no projeto New York, I Love You. O filme representa sua transição para a direção em uma produção de maior escala.
2. June Squibb protagoniza o filme aos 95 anos
June Squibb já era uma atriz reconhecida por trabalhos como Nebraska e Thelma, mas A Incrível Eleanor chama atenção por colocá-la como protagonista absoluta aos 95 anos. A produção foi desenvolvida especialmente para uma personagem dessa faixa etária, algo ainda incomum nas grandes produções contemporâneas.
3. O roteiro é assinado por Tory Kamen
Embora Scarlett Johansson seja o principal nome associado ao projeto, o roteiro foi escrito por Tory Kamen. A história aborda temas como identidade, memória, amizade e luto por meio de uma narrativa que mistura humor e drama, tendo como ponto de partida uma mentira que cresce ao longo da trama.
4. O filme estreou em um dos maiores festivais do mundo
A Incrível Eleanor teve sua primeira exibição mundial no Festival de Cannes, dentro da mostra Un Certain Regard, dedicada a produções com propostas autorais. A estreia internacional colocou o longa entre os títulos mais comentados do evento e apresentou Scarlett Johansson como diretora ao público especializado.
5. A amizade é inspirada em relatos reais sobre memória compartilhada
Embora a história seja fictícia, o filme parte de uma ideia discutida por psicólogos e pesquisadores da memória: pessoas que convivem durante décadas podem incorporar lembranças e experiências umas das outras como parte de sua própria identidade. Esse conceito serve como base para explicar por que Eleanor passa a contar como suas as histórias vividas por Bessie.