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Filmes

Babenco chega neste sábado (09) ao Globoplay

Com direção de Bárbara Paz, documentário traça um paralelo entre a arte e a doença do cineasta argentino radicado no Brasil Héctor Babenco (1946-2016)

Edipo Pereira

8 abr, 2022

O documentário ‘BABENCO – Alguém tem que ouvir o coração e dizer: Parou’ chega ao catálogo do Globoplay neste sábado, dia 09. Com roteiro de Maria Camargo e Bárbara Paz, o filme marca a estreia na direção de Bárbara Paz e traça um paralelo entre a arte e a doença do cineasta argentino radicado no Brasil Héctor Babenco (1946-2016) e revela medos e ansiedades, mas também memórias, reflexões e fabulações, num confronto entre vigor intelectual e a fragilidade física que marcou sua vida. ‘BABENCO – Alguém tem que ouvir o coração e dizer: Parou’ é uma produção HB Filmes e produzido por Bárbara Paz. A coprodução é da Gullane, BP Filmes, Lusco Fusco, Globo Filmes, GloboNews e Canal Brasil.

Selecionado para mais de 20 festivais internacionais, o documentário estreou mundialmente no Festival de Veneza de 2019, recebendo o prêmio de Melhor Documentário na Mostra Venice Classics. No início de 2020, o filme conquistou o prêmio de Melhor Documentário no Festival internacional de Cinema de Mumbai, na Índia e também foi selecionado para o festival do Cairo, Festival de Havana, Festival de Mar del Plata, Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, Festival do Rio, Mostra de Tiradentes, Festival de Aruanda, FIDBA (Festival Internacional de Cinema Documental), na Argentina,Baltic Sea Docs, na Letônia e para o Mill Valley Film Festival, nos Estados Unidos. No Grande Prêmio do Cinema Brasileiro saiu vitorioso em quatro categorias, entre elas Melhor Documentário e Melhor Primeira Direção. O filme também foi o primeiro documentário indicado pela Academia Brasileira de Cinema como representante do país a concorrer uma vaga ao Oscar 2020.

Além de ‘BABENCO – Alguém tem que ouvir o coração e dizer: Parou’, o Globoplay disponibiliza em seu catálogo outras importantes obras do cineasta como 'O Rei da Noite' (1975), 'Lúcio Flávio, o Passageiro da Agonia' (1977), 'Pixote – A Lei do Mais Fraco' (1980), 'O Beijo da Mulher Aranha' (1985), 'Carandiru' (2003) e 'O Passado' (2007).

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