Após boa história no tie-in de Guerras Secretas, O Velho Logan retorna às bancas pela Panini

Guerras Secretas finalmente chegou ao fim por aqui, e podemos dizer que o saldo das publicações no Brasil pela Panini foi positivo, principalmente por lançar os principais tie-in da saga em edições separadas na maioria das vezes. Uma das exceções foi O Velho Logan, versão futurista e envelhecida do Wolverine remetendo ao arco criado em 2008 por Mark Millar e Steve McNiven. Nesse caso, as publicações se deram em mensais para cada capítulo.

A trama começa quando Logan acorda nu e desorientado na Times Square, onde ele é confrontado por policiais. Após sua fuga e refúgio, o Carcaju começa a se lembrar do passado (que na verdade é o futuro), mais especificamente num episódio onde ele e seu filho Scott foram humilhados por um vilão velhote de quinta categoria chamado Açougueiro Negro. Feito isso, Wolverine vai ao encalço da versão jovem do indivíduo, buscando vingança por algo que o outro ainda nem cometeu. E tem mais gente nessa lista, onde o Açougueiro foi apenas um aperitivo.

Com roteiro de Brian Michael Bendis e desenhos de Andrea Sorrentino, O Velho Logan de Guerras Secretas mostrou uma história interessante, terminando com um gancho para sua continuidade pela Marvel Comics. Nessa nova fase, Sorrentino continua muito bom nos desenhos (há inclusive uma referencia visual a Batman: O Cavaleiro das Trevas – imagem de capa do post) auxiliado pelas cores de Marcelo Maiolo (que também esteve em Guerras Secretas) e pelo texto de Jeff Lemire. As coisas parecem ter dado bastante certo entre os três ao analisarmos com base nessa primeira edição do arco intitulado “Furioso” (concluiremos em alguns meses com review).

Essa nova fase de O Velho Logan começou no Brasil em dezembro de 2016 com publicação da Panini, trazendo na mesma revista a história da nova Wolverine.

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