É com muito prazer que venho falar de um clássico em comemoração de seus 31 anos de maravilhosos jogos.

Em 1986, Shigeru Miyamoto tinha acabado de conceber o que, acredito eu, nem ele sabia que seria mais um dos grandes clássicos da Nintendo. Um plot simples sobre um garoto e sua missão de salvar uma princesa das mãos de um grande vilão recolhendo os pedaços de um artefato antigo. O jogo usou e abusou de elementos de RPG e um roteiro pontuado como só os japoneses sabem fazer, onde vários puzzles eram apresentados ao jogador assim como o que podia ser os primeiros resquícios do que conhecemos como mundo aberto no mundo dos jogos.

Tudo isso na primeira versão do jogo, o sucesso era inevitável e graças as suas diversas continuações a franquia nunca parou de dar frutos.

Legend of Zelda: A Link to the Past

Chegou poucos anos depois e explorando ao máximo do SNES com gráficos bem melhores que seu antecessor e varias melhorias na jogabilidade rapidamente se consagrando um dos melhores jogos da época, algo que dura até hoje.

Sete anos se passaram e com a chegada no Nintendo 64, Link e companhia retornaram de uma maneira que acredito que ninguém na época esperava, um jogo com gráficos que apenas o 64 permitia e toda uma nova historia abusando daquele plot da princesa em perigo, porem agora com toda uma mecânica de presente e passado.

The Legend of Zelda: Ocarina of Time

Utilizando de sua história e as viagens no tempo de uma maneira tão única que ficou marcado em quem jogou e ate em quem nunca experimentou, sem contar toda a trilha sonora de Kõji Kondo que chega a ser sacanagem de tão boa.

Muitos outros jogos vieram e Majora’s Mask, ainda no N64, trouxe todo um novo olhar ao mundo de Zelda, que fez os fãs perceberem o quanto aquela franquia tinha potencial e era ampla em termos de história e criatividade dos criadores. O Gameboy não ficou de fora e teve seu sucesso com The Legend Of Zelda: The Minish Cap trazendo uma historia tão simples como A Link to the Past, mas ainda sim com novas mecânicas e com seu próprio valor, afinal era Zelda que você podia levar pra qualquer lugar. The Wind Waker, Twilight Princess, Skyward Sword, Phantom Hourglass, são outros títulos incríveis, e escrevendo esse texto percebo o quanto esse jogo nunca decepcionou em nem uma plataforma que se deu o trabalho de aparecer.

Ate mesmo no Wii U com Hyrule Warriors usando do formato “Dynasty Warriors” de gameplay o jogo consegue se sobressair o que faz me perguntar: Teria como Legend Of Zelda falhar?

E desde já digo que a resposta é não. Com as apresentações do que esta por vir em Legend of Zelda: Breath of the Wild posso garantir que essa franquia está longe de ser deixada de lado, o jogo parece uma junção bem sucedida de tudo que uma vez foi apresentada em seus antecessores, e trazendo muitas novidades a historia, franquia, mecânica de jogo e muito mais.

Torcemos para que o Nintendo Switch segure a barra que é lançar esse jogo incrível e alavanque as vendas tanto do console quanto do jogo em si, trazendo mais uma vez Link ao nosso controle pegando mais uma geração de jogo pelo cabresto e mostrando como se faz!

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