Mesmo sendo de 2006, selecionamos alguns motivos pelos quais vale muito mais a pena você assistir à versão japonesa do live-action de Death Note

A essa altura do campeonato, você deve ter visto a versão gringa da Netflix do anime/mangá tão aclamado Death Note e, como algumas pessoas (não estou falando de todas, pois sei que algumas gostaram) se decepcionaram com a adaptação. Sendo assim, vamos te apresentar uma listinha mostrando que a versão japonesa em live action da obra vale muito mais a pena ser conferida. 🙂

Dividido em duas partes, ambos os filme tiveram seus lançamentos em 2006, e foram dirigidos por Shinsuke Sato e escrito por Tetsuya Oishi, recebendo os nome de “Death Note” e “Death Note: The Last Name”.

Agora vamos ao o que interessa, os 5 motivos que essa adaptação deve ser conferida hoje:

1. Melhor desenvolvimento dos personagens

Talvez por ser dividido em duas partes e serem filmes de maior duração, a versão nipônica do filme ganha pontos no desenvolvimento dos seus personagens, principalmente tratando-se de Light Yagami, que logo depois viria a se tornar o Kira. E o filme mostra de forma bem orgânica essa sua ascensão.

2. O primeiro encontro de Light com o shinigami Riuk

Apesar de se assustar no começo, o Light dessa versão é tão centrado e inteligente, que entende que aquilo tudo é real, chegando a questionar se o shinigami iria querer sua vida em troca do caderno. E claro sem gritos escandalosos (como vimos na versão americana).

3. “L”

Outro ponto forte dessa adaptação é o famoso detetive “L”, que realmente fica em uma briga de gato e rato contra Kira, honrando a maneira que foi feita no anime/mangá. E também trazendo a essência do personagem, sem “pitis” emotivos ou algo do tipo como foi feito na versão gringa. Além da maravilhosa cena em que ele engana o Light no começo do longa, fazendo que ele mate um cara, sendo que na verdade era uma armadilha, da mesma forma que acontece no desfecho da parte de 2 também. (Não posso contar o que acontece pois seria um spoiler).

4. O segundo Kira

Também pelo fato de ser dividido em dois filmes e ter uma maior duração, a versão japonesa também no presenteia com o 2º Kira, que para quem já assistiu ou leu o anime, sabe de quem estamos falando. E claro, trazendo Misa Amane como um maravilhoso alívio cômico para a trama.

5. Fidelidade

Além de tudo o que já foi dito, o bacana dessa versão é ver grandes cenas do anime, sendo adaptadas de formas fiel, como: o modo em que Light consegue despistar e acabar com o agente do FBI que o seguia, o período que a Misa fica presa junto com o Light para ambos provarem que não são os Kiras, fora outras cenas que só valem a pena ver assistindo os dois longas.

Enfim, sei que parece meio difícil um filme gravado com a tecnologia de 2006 e com uns efeitos especiais não tão legais como os de hoje, te fazerem querer assisti-lo agora. Mas se vocês realmente gostam da trama e de tudo que envolve Death Note, vale a pena conferir esses dois longas, que estão disponíveis hoje no iTunes e em outras lojas virtuais também.

Lembrando que depois desses dois filmes, foram feitos um spin-off centrado no “L” chamado de L: Change the World e também um outro, que se passa no futuro desse mesmo universo, chamado de: Death Note: Light Up the New World.

E se gostaram dessa listinha comentem, e se odiaram também pode comentar haha. Ah, se quiserem um review ou algum OpinaNerd falando sobre os outros dois filme que falei, comenta aí também.

Cheiro no olho. 😉

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